EUA devem criar mais de 37 mil novos empregos para fisioterapeutas até 2032, aponta órgão oficial

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Introdução

A demanda por fisioterapeutas nos Estados Unidos deve crescer de forma significativa na próxima década.
De acordo com dados oficiais do governo americano, o país deve criar mais de 37 mil novos empregos para fisioterapeutas até 2032, reforçando a profissão como uma das mais promissoras da área da saúde no mercado internacional.

A projeção ajuda a explicar por que profissionais estrangeiros — inclusive brasileiros — têm entrado cada vez mais no radar de hospitais, clínicas e sistemas de saúde norte-americanos.

O que dizem os dados oficiais

Segundo o U.S. Bureau of Labor Statistics (BLS)1, órgão responsável pelas estatísticas de trabalho nos Estados Unidos, o número de fisioterapeutas no país deve crescer cerca de 15% entre 2022 e 2032, ritmo considerado bem acima da média de outras profissões.

Na prática, isso representa:

  • aproximadamente 37.300 novos postos de trabalho líquidos criados no período
  • além de milhares de vagas anuais por aposentadoria, rotatividade e substituições

Ou seja, a demanda real vai além dos novos empregos criados — o mercado precisa constantemente de novos profissionais para manter o sistema funcionando.

Por que a demanda por fisioterapeutas está crescendo

O próprio BLS aponta alguns fatores estruturais por trás desse crescimento:

  • envelhecimento acelerado da população americana
  • aumento de doenças crônicas e condições musculoesqueléticas
  • maior foco em reabilitação, mobilidade e qualidade de vida
  • preferência por tratamentos não invasivos

Esses fatores tornam a fisioterapia uma peça central no sistema de saúde dos EUA, tanto em hospitais quanto em clínicas privadas, centros de reabilitação e atendimento domiciliar.

O que esse cenário significa para fisioterapeutas brasileiros

O crescimento projetado não significa contratação automática de estrangeiros, mas indica um mercado aquecido, com necessidade contínua de profissionais qualificados.

Para fisioterapeutas formados no Brasil, isso reforça três pontos importantes:

  1. Há demanda real e documentada
  2. O mercado é competitivo e regulado
  3. Quem se prepara corretamente sai na frente

Nos EUA, fisioterapeutas precisam cumprir requisitos claros, como:

  • validação de diploma
  • aprovação em exames profissionais
  • comprovação de inglês técnico e comunicação clínica

Sem isso, mesmo com alta demanda, o acesso às oportunidades fica limitado.

Demanda alta não elimina o filtro

Apesar dos números positivos, o mercado americano segue rigoroso.

Hospitais e clínicas priorizam profissionais que consigam atuar com segurança desde o primeiro dia, especialmente em um sistema altamente regulado.

Isso significa que:

  • inglês genérico não é suficiente
  • comunicação clínica precisa ser precisa
  • preparo antecipado faz diferença

A projeção de crescimento reforça uma realidade já conhecida no mercado internacional: há vagas, mas não para quem improvisa.

Conclusão

Os dados do governo dos Estados Unidos confirmam que a fisioterapia seguirá como uma das profissões mais demandadas da área da saúde até 2032.

Para profissionais brasileiros, o cenário é promissor — desde que venha acompanhado de preparo técnico, linguístico e estratégico.

Demanda abre portas.
Preparo define quem entra.

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  1. U.S. Bureau of Labor Statistics (BLS) — Occupational Outlook Handbook, Physical Therapists.
    Projeção de crescimento de aproximadamente 37.300 novos empregos entre 2022 e 2032, com crescimento acima da média nacional. ↩︎

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